quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Quadras de S.Martinho

S. Martinho bem quentinho
tem castanhas muito boas.
O magusto é divertido 
assim como apanhar cebolas.

por Catarina Pauli

Há castanhas bem quentinhas
E estão muito maduras
Elas são muito boas
Não comas as muito duras.

por Daniela Resende

No outono há castanhas
há castanhas a escaldar
Caem livres dos castanheiros
para as meninas as apanhar.

As castanhas estão a assar,
os ouriços ficam no chão,
depois de descascadas
multiplicam-se na nossa mão.

por Helena Almeida

As castanhas no outono
são quentinhas, a escaldar
as pessoas gostam delas
todas as querem apanhar.

por Leonor Vigo

As castanhas estão a assar
tão boas que elas são,
o carvão a queimar
a abanar o coração.

por Maria Afonso 

O calor de S. Martinho
é sempre bem quentinho.
Todos cantam alegres
a tocar o cavaquinho.

por Maria João Lacerda

Traz calor da alegria
traz vontade de comer
se quiseres pintar a cara
carvão podes meter.

por Vasco Cardoso

A pequena castanha
com as suas amiguinhas
cheiram o cheiro da lenha
ficam todas queimadinhas.

Por Augusto Gil


 


Estudo com diferentes técnicas da obra "Sol Poente" de Tarsíla do Amaral - pelos alunos do 3ºA





O circo - Por Marta Ramos

     Uma vez a minha mãe disse a mim e à minha irmã:
     - Minhas filhas, hoje ides ter uma surpresa, que espero seja do vosso agrado.
     Ficamos entusiasmadas e lá fomos as três. Qual não foi o nosso espanto ao entrarmos numa espécie de circo. Estava lá muita gente, principalmente crianças.
     Entrou um grupo no palco a praticar karaté.
     De repente, sem sabermos porquê, uma karateca deu um grito e caiu. Logo de seguida, ouviu-se o apito de um polícia que vinha a correr e que prendeu de imediato um vampiro que tinha mordido o pescoço da karateca.
     Depois do medo que sentimos, todos começaram a rir e a bater palmas, dançando no meio do palco.
     Foi muito divertido e diferente porque tudo não passou de uma atuação.

texto criado em t.p.c. por sorteio dos personagens, local e tema central da história.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

A aventura da sereia Mimi - por Helena Almeida

       Era uma vez uma jovem sereia chamada Mimi, que tinha uma cauda de ouro. A sua tarefa era manter o oceano limpo.
       Um certo dia, viu um pirata que tinha um fato vermelho assustador e andava a poluir o oceano. A sereia disse:
      - Senhor pirata, não pode deitar o lixo para o mar.
      - Posso sim, o mar é meu! - respondeu.
      Perante esta terrível situação, o pirata utilizou uma poção e criou uma grande tempestade, assustando todos os peixesdo oceano. Por sorte, na praia passeava um príncipe, chamado Rui, que vestia um fato de cabedal azul e branco. Ao tentar perceber o que se passava, viu a sereia em perigo, queria salvá-la mas não conseguia chegar ao meio do mar. Qual não foi a sua surpresa quando se sentiu a cavalgar dentro do mar escuro e fundo, com o seu cavalo branco. Lutou com o pirata, salvou a sereia e levou-a para o castelo rodeado de mar real. O principe e a sereia fizeram uma grande amizade.

Texto criado em t.p.c. por sorteio dos personagens, local e tema central da história.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Trabalho de rima sobre "Uma menina ao contrário"

A menina do contra
queria tudo ao contrário
espetava a comida com a faca
cortava-a com o armário.

por Afonso Moreira

A menina do contra
fazia tudo ao contrário
para mandar mensagens 
ia ao dicionário.

por Augusto Gil

Uma menina fazia
tudo ao contrário
comia muitas guloseimas,
estudava no aquário.

por Catarina Pauli

A menina do contra
queria sempre comer
fazia tudo, tudo, tudo
sempre a correr.

por Daniel Recaman

A menina do contra
gostava de comer cereais
com uma colher ao contrário
até não poder mais.

por Daniela Resende

Era uma vez uma menina
que andava ao contrário
sempre que queria andar,
corria sem parar.

por Cláudio Abreu


Uma menina do contra
sempre quis tudo ao contrário
gostava de caldeirada
mas era de canário.

por Helena Almeida 


A menina do contra
queria tudo ao contrário,
fazia as consultas no lavatório,
lavava as mãos no consultório.

por Leonor Vigo



Em casa, ao jantar
quando era para comer,
começava a gritar
e fugia a correr.

por Margarida Duarte


Escrevia os poemas no armário
e punha a roupa no diário
pintava os lábios com caneta
e escrevia com uma malagueta.

por Maria João Lacerda 


Sentava-se na banheira
a comer um filete
penteava a cabeleira 
com pauzinhos de esparguete.

por Maria MIguel Taxa


 A menina ao contrário
tomava banho no lavatório
comia no armário
trabalhava no escritório.

Por Mariana Maia

Pegava num papagaio e punha-o num aquário
pegava num salmão e atirava-o para um caixão
jogava futebol com uma bola de beisebol
quando fazia um ditado, olhava para o lado.

Por Miguel Ribeiro

Calçava os sapatos ao contrário
Guardava a bicicleta no armário,
Deitava na cama um caracol 
e vestia um lençol.

por Paulo Freitas














quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Receita para fazer um Professor - por João Marques

Tome-se o peso de algumas aulas,
5 kg de paciência,
1 kg de fantasia,
10kg de ternura,
1 g de amargura,
5 kg de amor.
Misture tudo,
adicione sal e pimenta,
ponha numa forma.
Leve ao forno a 180º
durante 30 minutos.
Deixe arrefecer 10 minutos
leve ao frigorífico e
sai já pronto
o Professor.



trabalho sugerido pelo manual de português. Receita para fazer alguém de quem gostamos.

Receita para fazer uma mãe - por Helena Almeida

Tome-se umas unidades
de anos de idade,
4 kg de amor
2 mg de terror

Um frasco de beleza,
q.b. de paciência,
pacotes de beijos,
abraços pintados
que não estão estragados.

Era ideal
40 g de alegria
para o dia a dia.

Bem disposta
era o que eu queria
sempre que gostava, ela sorria.

100 g de simpatia
e voltou a alegria.

Preparar tudo com amor,
não quero que fique um horror.

Chegou a parte da cobertura
a mãe já estava muito dura
para ficar boa
levar ao forno.

Arrefecer e levar ao frigirífico
para refrescar
e está pronta,
uma mãe deliciosa,
para ficar!


trabalho sugerido pelo manual de português. Receita para fazer alguém de quem gostamos.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Castelo de Areia - por Turminha do 2ºA

                                                                                 Ilustração Vanice Fernandes 2ºA

           
               Pastel era um jovem mágico. Decorria o mês de agosto e na praia estava um belo dia de sol e calor. O mágico estava de férias, deitado na sua toalha azul e laranja a apanhar banhos de sol.
              Do meio da água calma, surgiu Barbaça, um terrível pirata dos mares. Era gordo e baixo, tinha uma perna de pau, uma pala no olho e o seu dente de ouro reluzia com a luz do sol.
             - Onde, com mil papagaios, está o castelo? – questionou.
             Pastel, ao ouvir a barafunda que o pirata estava a fazer, disse:
             - Peço imensa desculpa, mas o senhor deve ter apanhado sol a mais, porque não há aqui nenhum castelo!
              O Barbaça olhou furioso para o mágico e perguntou:
              - Mas quem, diabo, és tu?
             - Sou Pastel, um mágico espantoso e castelos por aqui….só se forem de areia.
              O pirata, a deitar fumo pelas orelhas, olhou para ele e exclamou:
             - Já percebi! Tu és mágico e fizeste desaparecer o castelo só para ficares com o tesouro para ti!
              O mago arregalou os olhos ao ouvir tal palavra e disse:
             - Tesouro???? Nunca aqui houve nenhum tesouro nem nenhum castelo. Quem te disse que neste sítio havia um tesouro?
              Barbaça, ao sentir que falou demais, tentou corrigir:
              - Tesouro?....Mas quem falou em tesouro? Eu disse besouro, ouviste foi mal. Devias pegar na tua varinha e usá-la para limpares os ouvidos!
              O pequeno feiticeiro, achou que aquele pirata devia aprender uma lição e disse:
            - Talvez tenhas razão…. - Pegou na varinha e….zás!!! Transformou o Pirata Barbaça num pequeno castelo de areia.... com um dente de ouro a brilhar ao sol.
            - Eu bem te disse que por aqui, castelos.... só se fossem de areia.
             E continuou sossegado, a apanhar os seus belos banhos de sol.